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16 jul

PGR e PCMSO para Empresas Terceirizadas: Entenda as Responsabilidades Legais

PGR e PCMSO de Empresas Terceirizadas: Entenda o que a Lei Exige Você gerencia empresas terceirizadas ou contrata serviços de terceiros? Então é essencial entender como funcionam as exigências legais relacionadas ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). A legislação brasileira, especialmente através da NR 01 e NR 07, impõe responsabilidades tanto para quem presta quanto para quem contrata serviços. O descumprimento pode gerar sanções legais, prejuízos financeiros e sérios riscos à saúde dos trabalhadores envolvidos.

⚖️ O que diz a legislação?

Para a contratante:
  • Informar à empresa terceirizada sobre os riscos ocupacionais do ambiente de trabalho;
  • Fornecer dados ambientais relevantes (agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes);
  • Incluir, quando necessário, as medidas de prevenção no seu próprio PGR.
Para a terceirizada:
  • Elaborar seu próprio PGR e PCMSO, com base nos riscos das atividades executadas;
  • Entregar o Inventário de Riscos Ocupacionais específicos à contratante;
  • Garantir que os documentos estejam disponíveis e compatíveis com a realidade do local de trabalho.

📌 Por que isso é importante?

Muitos profissionais ainda desconhecem que a responsabilidade pode ser solidária ou subsidiária — ou seja, a empresa contratante também responde pelos acidentes e exposições dos trabalhadores terceirizados. Além disso, a integração entre os documentos de ambas as partes é essencial para garantir a conformidade legal e a efetiva prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

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O Dr. Cláudio Luís Friedrich — médico do trabalho, especialista em ergonomia e perícias médicas — preparou um conteúdo completo com orientações práticas e fundamentos legais sobre o tema.

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8 jul

Julho Amarelo: Conscientização e Prevenção Contra as Hepatites Virais

Julho Amarelo é o mês oficial de luta e conscientização sobre as hepatites virais no Brasil. Instituída pela Lei nº 13.802/2019, essa campanha tem como principal objetivo alertar a população sobre os riscos das hepatites A, B, C, D e E — doenças silenciosas que podem evoluir para quadros graves, como cirrose e câncer de fígado.

O que são hepatites virais?

As hepatites virais são inflamações no fígado causadas por diferentes tipos de vírus. Muitas vezes, essas infecções não apresentam sintomas nas fases iniciais, o que dificulta o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. Entre os principais tipos, destacam-se:

  • Hepatite A: Transmitida pela via fecal-oral e geralmente associada à falta de saneamento básico.

  • Hepatite B: Transmissão por contato com sangue ou fluidos corporais. Possui vacina eficaz.

  • Hepatite C: Também transmitida por sangue. Não há vacina, e pode evoluir de forma silenciosa.

  • Hepatite D: Ocorre apenas em quem já possui infecção pelo vírus da hepatite B.

  • Hepatite E: Associada ao consumo de água ou alimentos contaminados.

Prevenção é a melhor proteção

Durante o mês de julho, diversas ações são realizadas para promover a prevenção, testagem e tratamento das hepatites virais. Algumas medidas essenciais para se proteger:

  • Vacinação contra hepatite A e B;

  • Uso de preservativos em todas as relações sexuais;

  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas e seringas;

  • Manter hábitos de higiene adequados, como lavar bem as mãos;

  • Realizar testes de diagnóstico, principalmente se houver fatores de risco.

Quem deve se testar?

Todos devem estar atentos, mas os grupos de maior risco incluem:

  • Pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1993;

  • Usuários de drogas injetáveis ou inaláveis;

  • Profissionais da saúde;

  • Pessoas com múltiplos parceiros sexuais;

  • Gestantes (exame obrigatório no pré-natal).

A importância do diagnóstico precoce

Detectar a hepatite ainda nas fases iniciais pode evitar complicações graves e salvar vidas. Os testes são rápidos, gratuitos e estão disponíveis nas unidades de saúde pública de todo o país.

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1 jul

Gestão de EPIS para elidir insalubridade e aposentadoria especial

A correta gestão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é fundamental não apenas para proteger a saúde dos trabalhadores, mas também para evitar o pagamento de adicionais como insalubridade e garantir o controle sobre aposentadorias especiais.

O que dizem as normas?

As NRs 01 e 06 deixam claro os deveres de empregadores e trabalhadores:

  • O empregador deve fornecer, fiscalizar, registrar e manter os EPIs em condições adequadas.

  • O trabalhador tem a obrigação de utilizar os EPIs corretamente e comunicar qualquer problema relacionado a eles.

Negligenciar essas obrigações pode resultar em multas, indenizações e responsabilização judicial. Inclusive, já existem decisões jurídicas que não aceitam apenas o fornecimento dos EPIs como prova, sendo necessário comprovar fiscalização e uso efetivo.

Gestão adequada: um sistema necessário

A boa gestão de EPIs passa por processos documentados:

  • Registro de fornecimento e treinamento

  • Controle de validade e substituição

  • Advertências e medidas disciplinares

  • Fiscalização constante por CIPA ou profissionais designados

Além disso, a eliminação de insalubridade e o afastamento do direito à aposentadoria especial só são aceitos quando comprovadamente o EPI neutraliza o risco, o que deve estar registrado em laudos e no PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

Sua empresa está preparada?

Muitos empregadores ainda tratam a entrega de EPIs como um mero protocolo, sem controle efetivo ou registro técnico. Essa postura é arriscada — tanto para a saúde dos trabalhadores quanto para a saúde financeira da empresa.

👷 Profissionais de RH, jurídicos e da área de SST precisam estar atualizados e atentos a esses detalhes para evitar passivos trabalhistas e previdenciários.

Quer se aprofundar no tema e entender como montar uma gestão de EPIs sólida e segura?

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